Referência Histórica

O Império Romano.

O Império Romano dominava o mundo conhecido cerca de 200 anos após a morte de Jesus; seus domínios estendiam-se pela Europa, parte da Ásia e todo o norte da África

A língua falada em todas essas regiões, era o Latim, a língua dos romanos. O Império, para fins administrativos, era dividido em províncias, cada província era governada por um cidadão romano, o procônsul, nomeado pelo imperador. Os povos dominados pagavam pesados impostos que eram carreados para Roma; a dominação romana apoiava-se no poder dos exércitos romanos.

Os romanos eram em geral bastante brutais; muitas cidades possuíam estádios, chamados de circos, por sua forma circular; nesses estádios a principal diversão era assistir a morte de seres humanos; havia espetáculos onde pessoas eram queimadas vivas, devoradas por animais selvagens, digladiavam-se até a morte etc; pode-se dizer que a perversão sexual do sadismo (sentir prazer vendo o sofrimento dos outros) era generalizada.

O Império era altamente escravagista; utilizavam-se escravos para serviços domésticos até a educação dos jovens, da movimentação de barcos a remo até a fabricação de sandálias; a escravidão romana não era na baseada na cor da pele, qualquer um poderia ser declarado escravo.

Os cidadãos romanos em geral consideravam-se superiores aos povos dominados, cultivavam um orgulho e uma arrogância desmesurada.

Dissemos “romanos em geral”, “na sua maioria” porque evidentemente havia patrícios romanos bondosos, humildes, íntegros, como por exemplo, Cneio Lucius, no entanto, infelizmente, eram minoria.

O choque

Após a morte de Jesus os apóstolos e seus sucessores foram disseminando o evangelho; ao redor do Evangelho multiplicaram-se os grupos de cristãos que tinham como objetivo vivenciar os ensinamentos de Jesus.

O Evangelho opunha-se radicalmente ao pensamento romano: os valores do Evangelho eram o amor ao próximo e a Deus, a humildade, o perdão, a igualdade de todos, filhos do mesmo Deus, a doçura e a mansidão, a pureza de coração, a liberdade, a honestidade; os valores romanos eram o interesse pessoal, o orgulho, a vingança, a brutalidade e a violência, o sexo desregrado, a escravidão, o saque.

Os romanos entenderam que o cristianismo iria destruir-lhes a maneira de viver: sem a violência e a brutalidade perderiam o poder; não mais saqueando e espoliando tornar-se-iam pobres; valorizando a igualdade e a liberdade acabariam com a escravidão; deixando as perversões sexuais e alimentares ficariam tristes; perdendo o orgulho e a arrogância seriam desvalorizados.

Decidiram então eliminar o Evangelho, eliminando e desmoralizando os cristãos: utilizaram para isso os meios que conheciam:

  • Eliminação: Paulo Apóstolo assassinado as escondidas; execução pública no caso de Pedro;

  • Desmoralização: a calúnia, como Nero, que após atear fogo a Roma, culpou os cristãos pelo incêndio; levar cristãos aos tribunais e obrigá-los sob tortura a negar o Cristo; obrigar cristãos a atos ridículos como por exemplo raspar metade da cabeça.

  • Violência e brutalidade: trabalhos forçados perpétuos, sequestro dos bens; todos os tipos de mortes horríveis em circos, para diversão da multidão: queimados vivos, despedaçados por feras, crucificados, esquartejado; câmaras de tortura: unhas de ferro, açoites, estiramento de membros, queimaduras, cegueira etc; as próprias prisões onde muitos morriam de fome, doenças e frio.

  • Para localização dos cristãos utilizavam-se principalmente de espiões e, em menor escala, delação conseguida com torturas ou propinas.

Do lado dos cristãos a luta se desenvolvia em outro plano:

  • Sigilo: do ponto de vista material procuravam ocultar suas atividades;

  • Amor aos inimigos: perdoar os agressores e delatores, retribuir violência com mansidão, orar pelos perseguidores e beneficiá-los quanto possível.

  • Testemunhar o Evangelho: se presos fossem, não desmoralizar o Evangelho, afirmando sua crença em Jesus e portando-se com dignidade e perdão, mesmo nos maiores sofrimentos.

  • Confiança absoluta na justiça divina e na eficácia da prece sincera.

Cada novo imperador, assumindo o poder, procurava superar os seus antecessores em brutalidade e malícia; apesar disso o cristianismo prosperava, mais e mais pessoas aderiam aos doces e puros ensinamentos de Jesus.

O Cristianismo Primitivo

Embora as igrejas cristãs de hoje valham-se da mesma nomenclatura, a realidade daqueles tempos era bem diversa da de hoje, vejamos as ideias de Emmanuel sobre este ponto:

“Dificilmente1, a distância dos séculos, poderá alguém perceber, com exatidão, a sublimidade do Cristianismo primitivo.

Experimentados pela dor, amavam-se os irmãos na fé, segundo os padrões do Senhor.

Em toda a parte, a organização evangélica orava para servir e dar, em vez de orar para ser servida e receber.

Os cristãos eram conhecidos pela capacidade de sacrifício pessoal a bem de todos, pela boa vontade, pela humildade sincera, pela cooperação fraternal e pela diligência que empregavam no aperfeiçoamento de si mesmos.

Amavam-se reciprocamente, estendendo os raios de sua abnegação afetiva por todos os núcleos da luta humana, jamais traindo a vocação de ajudar sem recompensa, ainda mesmo diante dos mais renitentes algozes.

Ao invés de fomentarem discórdia e revolta entre os companheiros jungidos à canga da escravidão, honravam no trabalho digno a melhor maneira de amparar-lhes a libertação.

Sabiam apagar os pruridos do egoísmo para abrigarem, sob o próprio teto, os remanescentes das perseguições.”

Esse alto nível moral, além do poder dos exemplos contagiantes que ocorriam na época, era auxiliado pelos seguintes fatores:

  • Seleção natural: somente as pessoas com grande idealismo, capacidade de renúncia e amor ao Evangelho decidiam assumir os riscos e sofrimentos que a condição de cristão implicava; a visão clara que materialmente e socialmente tinham tudo a perder, moral e espiritualmente tudo a ganhar, afastava os fracos e interesseiros.

  • Encarnações de espíritos adiantados: as expiações e provas de dedicação que o cristianismo oferecia aos espíritos avançados que estavam próximos do término do círculo de encarnações permitia-lhes, quitarem de uma só vez, seus últimos débitos; espíritos superiores já libertos da necessidade de provas e expiações desciam igualmente a crosta objetivando firmar os alicerces do Evangelho na crosta, animados de inexcedível amor a Jesus.

Além de que, sendo o cristianismo ilegal e portanto clandestino certos abusos não cabiam como, por exemplo:

  • em sendo conduzido em sigilo o movimento cristão, como utilizá-lo para promoção da vaidade?

  • não havia nenhuma vantagem material em ser cristão, ao contrário, era quase certo ter seus bens confiscados e terminar sendo assassinado; não existia o sacerdócio como profissão; os grupos não podiam possuir bens (seria impossível legaliza-los); como valer-se da religião como fonte de renda e lucro?

Na palavra de Emmanuel através de Francisco Cândido Xavier2:

“O cristianismo de então não se limitava aos ritos sacerdotais. Era um rio de luz e fé, banhando as almas, arrebanhando corações para a jornada divina do ideal superior. As lágrimas não surgiam na condição de gotas de fel incendiado, mas como pérolas de amor e reconhecimento, nas referências aos suplícios dos companheiros sacrificados.”

Posto isso, temos uma dificuldade: o significado de certas palavras hoje é muito diverso dos daquela época e como essas palavras serão bastante usadas, temos que, preliminarmente, precisar melhor o seu significado:

'Eclesia' que hoje corresponde a 'Igreja': Eclesia significa reunião de pessoas, e neste sentido deve ser entendida; se disséssemos 'Igreja de Cartago' o leitor seria tentado a imaginar um edifício em algum ponto central da cidade de Cartago, com algum elemento na sua fachada que o identificasse como templo cristão, naturalmente isso seria impossível na época, onde os cristãos eram perseguidos pelo poder legal. Usaremos então a expressão “Grupo de Cristãos” para traduzir a palavra Eclesia;

Era comum essas reuniões ocorrerem em cemitérios:

Os cemitérios cristãos, em Roma, eram lugares de grande alegria. Inquietos e desalentados na vida de relação, com infinitas dificuldades para se comunicarem uns com os outros, dir-se-ia que ali, no lar dos mortos que as tradições patrícias habitualmente respeitavam, os seguidores do Cristo encontravam o clima único, favorável à comunhão de que viviam sedentos. Abraçavam-se aí, com indizível ternura fraterna, cantavam jubilosos, oravam com fervor...3

Por outras vezes os grupos reuniam-se nos campos, ao ar livre, sobre a proteção dos arvoredos.

Povo Fiel: O conjunto de pessoas que compunham o “grupo cristão”eram o “povo fiel”

Lector” significando “Leitor”; naquele tempo em que poucos sabiam ler era muito importante que os que soubessem, lessem para os demais, tanto as cópias dos evangelhos escritos por Mateus, Marcos, João e Lucas, quanto as cartas dos apóstolos e cristãos destacados; caridade igualmente importante era fazer novas cópias para serem utilizadas na difusão do evangelho, serviço feito manualmente, pois não existia imprensa.

Diaconus”, diácono; Cremos que “servidor” é a palavra que mais se aproxima do sentido de diácono, cujos qualificativos Paulo descreve na I Carta a Timóteo (capitulo 3):

8 Os diáconos sejam honestos, de uma só palavra não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância.

9 Guardando o mistério da fé em uma pura consciência.

10 E também estes sejam provados e depois sirvam, se forem irrepreensíveis.

E ainda em Mateus (20,26), pela voz do próprio Cristo:

"Todo aquele que entre vós quiser fazer-se grande, seja aquele que serve."

Os servidores faziam o grosso das atividades recomendadas por Jesus, alimentar os famintos, vestir os nus, cuidar dos doentes, visitar os prisioneiros, ensinar o evangelho etc.

Presbyter”, “velho”: não eram necessariamente os mais velhos, mas sim aqueles que eram mais experimentados na vida e na prática cristã, dando, ao longo do tempo, provas da sua dedicação; entre outras atividades instruíam os mais novos. Achamos que a expressão “cristão experimentado” identifica melhor o sentido do termo.

O apóstolo Pedro toma para si o título de "cristão experimentado", e assim se expressa na sua I Carta, capitulo 5:

1 Aos "cristãos experimentados", que estão entre vós, admoesto eu, que sou também "cristão experimentado" com eles, e testemunha das aflições de Cristo e participante da glória que há de revelar.

2 Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, cuidando dele não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto.

3 Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.

4 E quando aparecer o Eterno Pastor, alcançareis a incorruptível corôa da glória.

5 Semelhante, vós mancebos sede sujeitos aos anciãos; ...

Episcopus”, “protetor”; era o líder de um determinado “grupo cristão”; o pastor que devia guardar e proteger o rebanho; O “protetor” era eleito por todo o povo fiel, Paulo define o “protetor” em sua Primeira Carta a Tito (capítulo 3):

1 ... Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.

2 Convém, pois, que o “protetor” seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar.

3 Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento.

4 Que governe bem sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição com toda modéstia.

5 Por que se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?

Confessore” que hoje corresponde a "confessor"; naquele tempo era aquele que tendo sido preso, “confessou” ser seguidor do Cristo perante os tribunais romanos, dando um testemunho de coerência, não se atemorizando perante as autoridades romanas; sendo declarado cristão pelas autoridades romanas terá sofrido alguma pena: perda de bens, exílio, tortura, morte etc. Usaremos a expressão “Cristão Confesso”; Cipriano era “protetor” do “grupo cristão”de Cartago e também “cristão confesso”;.

Lapsique em latim significa “aquele que escorregou”; o oposto ao “Cristão Confesso”, sendo preso diante do tribunal romano negou o Cristo, sacrificou aos deuses e desmoralizou os cristãos e eventualmente delatou seus irmãos de ideal; ao invés de usar palavras como 'traidor' ou 'covarde' os cristãos primitivos usavam este termo mais suave, significando 'aquele que teve uma queda no caminho de Jesus'; nós usaremos a expressão “Lapsi”

Martyr”, “mártir”: aquele que sofreu torturas por ser cristão, manteremos a expressão “mártir”.



Biografia de Cipriano

Dispõe-se de informações escassas sobre Cipriano, o autor das cartas que servem de base a este trabalho; isso se deve a três fatores:

  • Os fatos terem ocorrido há mais de 17 séculos;

  • O cristianismo era um movimento clandestino e que procurava ocultar-se, dadas as perseguições;

  • Com o surgimento de desfigurações do Evangelho que acompanharam a instalação do Catolicismo Romano, muitos documentos foram destruídos e adulterados para justificar o poder temporal do “Igreja de Roma”.

Embora essas limitações coligimos as seguintes informações

Cipriano nasceu na província da África na cidade de Cartago por volta do ano 200. A província romana da África era onde é hoje aproximadamente a Tunísia, no norte do continente Africano, Cartago coincide geograficamente com a capital atual da Tunísia, que é Tunis.

Nada sabemos de sua vida pessoal, se foi casado, se teve filhos carnais, irmãos etc.

Aos 40 anos, como declarou posteriormente a Donato, sentia-se assim:

"Eu estava mergulhado nas trevas, numa profunda noite, balançando sobre o mar agitado do mundo, errante ao sabor da aventura, incerto de minha vida, estranho à verdade e à luz".

Através de um assíduo relacionamento com um “cristão experimentado”, Caecilianus, ele aderiu ao Evangelho; Cipriano a partir desse momento passou a considerar Caecillianus “pai de sua nova vida”, e não mais como um “amigo de sua idade”; concomitantemente leu as obras de Tertuliano, destacado escritor cristão, seu conterrâneo, bem como outros textos ligados ao cristianismo, especialmente os evangelhos e textos do velho testamento.

A sua conversão o fez passar do “erro profano ao conhecimento da verdadeira divindade” como ele mesmo declarou.

Distribuiu a maior parte seus bens aos pobres, como recomendava Jesus.

Com a morte de Donato, “protetor” do “grupo cristão” de Cartago, o “povo fiel” pediu-lhe que assumisse o posto. Cipriano recusou-se a assumir achando-se indigno. Os cristãos, no entanto invadiram sua casa pedindo-lhe que aceitasse. Finalmente Cipriano cedeu e tornou-se “protetor” do “grupo cristão” de Cartago; nesta época tinha 47/48 anos de idade.

O “grupo cristão” de Cartago era um dos mais importantes não somente do continente Africano, que continha as províncias vizinhas Numídia e Mauritânia, mas também do mundo cristão, tendo surgido ali grandes vultos do cristianismo primitivo, como Tertuliano, Orígenes e Agostinho.

Em poucos anos Cipriano se tornaria “pai” não só dos “grupos cristãos” do continente africano, 150 talvez, mas também de grupos da Europa e Oriente; suas cartas e orientações eram copiadas e seguidas em todo o mundo cristão.

Pôncio, contemporâneo de Cipriano, assim o retratou:

"Que bondade ele mostrava, mas também que vigilância.

Que caridade e que firmeza.

Sua fisionomia tinha tal reflexo de santidade e de graça, que não se podia olhá-lo sem ficar preso de admiração.

Seu ar era sério as vezes, e atencioso, mas sua seriedade não possuía nada de moroso, nem a sua amabilidade nada de indiscreto.

Cipriano era sobretudo uma mistura de qualidades contrárias."

Décio, novo imperador romano, assumindo o poder em 250, resolveu abrir uma terrível perseguição contra os cristãos.

Em Cartago foi determinado que toda pessoa suspeita de ser cristã, deveria ser convocada nominalmente. O convocado deveria se apresentar diante do templo de Júpiter, caso não se apresentasse seria arrastado até lá, sacrificar um animal ao Deus Romano, fazer um brinde escarnecendo de Jesus e finalmente comer a carne do animal sacrificado; receberia então um certificado que o inocentava perante a lei.

Muitos cristãos denunciados submeteram-se à ordenação romana, o que muito entristeceu a Cipriano; alguns heroicamente tornaram-se “cristãos confessos”, ao recusarem e foram conduzidos à prisão

Alguns romanos queriam sobretudo a Cipriano, já chamado “o pai da seita sacrílega” e alguns mesmo pleiteavam: “Cipriano aos leões”.

Cipriano, todavia, pedindo a inspiração do alto e acatando conselhos de amigos, fugiu de Cartago, por saber que sua própria segurança era vital para a sobrevivência do "grupo cristão"; dado o seu não comparecimento, a justiça romana confiscou os seus bens remanescentes e o declarou proscrito.

Nos 15 meses que passou exilado, Cipriano escreveu cartas de alento e orientação aos cristãos de Cartago e de outras províncias do império. São deste período, 39 das 81 cartas que trocou com seus colegas de função, mártires, “cristãos experimentados” e “servidores” de diversos “grupos cristãos”. Teve sempre um especial carinho pelos “cristãos confessos” que estavam nas prisões padecendo toda sorte de sofrimentos.

Cessada a perseguição, Cipriano voltou a Cartago, tinha nessa época cerca de 52 anos.

Ao lado de Tertuliano e Agostinho, Cipriano é considerado um dos mais importantes escritores cristãos de seu tempo.

Entre outras obras, escreveu:

Correspondência - que serviu de base a este trabalho. Essas cartas foram copiadas muitas vezes e se espalharam pelos grupos cristãos. Muitas se perderam, mas chegaram até nossos dias cerca de 80 delas.

A Donato (cartas)

A Oração do Senhor

A Caridade e a Esmola

A Virtude da paciência

O Ciúme e a Inveja

Nos cinco anos seguintes, Cipriano, escreveu inúmeras cartas solucionando questões relacionadas aos :

  • “lapsi”, ou seja aqueles que sendo presos, diante do tribunal romano negaram o Cristo, sacrificaram aos deuses e desmoralizaram os cristãos e eventualmente delataram seus irmãos de ideal que desejavam voltar ao seio dos grupos cristãos;

  • “cristãos confessos” que foram condenados a trabalhos forçados perpétuos;

  • desvios de conduta dentro dos próprios “grupos cristãos”;

Além das orientações havia muita caridade material a ser feita, consolação a ser distribuída, fé a ser incentivada.

Novo imperador romano, Valeriano, assume o poder em 257; um dos seus primeiros atos é abrir nova perseguição aos cristãos.

Inicialmente Cipriano comparece ao tribunal e é exilado em Curubis; passado um ano é preso, julgado sumariamente e decapitado por testemunhar os ensinos de Jesus, aos 58 anos de idade.

1Ave Cristo – Emmnuel, Francisco Cândido Xavier: Federação Espírita Brasileira

2Ave Cristo – Emmnuel, Francisco Cândido Xavier: Federação Espírita Brasileira

3Ave Cristo – Emmanuel, Francisco Cândido Xavier: Federação Espírita Brasileira

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